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海口将调整七条公交线路 新增第83路公交 | 附路线

2018-11-14 04:34 来源:中国崇阳网

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  活动中通过对车站领导及部门消防责任人进行全方位的防火安全宣传教育,使得铁路干部职工充分认识了火灾的严重危害性,切实增强了全体人员的火灾防范安全意识。此外,支队推行廉政承诺制,层层签订《党风廉政建设责任状》,实行廉政承诺、公开述职述廉、上级约谈下级、督察暗访等系列措施,督促全体官兵克己奉公、廉洁自律、执法为民思想的养成,不断增强官兵的政治意识、法治意识、纪律意识和责任意识。

活动过程中,孩子们充分发挥想象力,有的消防员拿水枪救火、消防员手提灭火器、遇到火灾如何逃生……一幅幅构思新颖、主题鲜明的绘画作品充分展现了小朋友们对消防的关注和认识,让孩子们以寓教于乐的形式提高了消防安全意识,起到了良好的宣传效果。大部分电话都是响一声就挂断的。

  聊一聊,对症下药。为此,对各微型消防站开展三项工作:一、积极开展政治思想教育,引导站内专职消防队员树立“保稳定、促平安”的正面工作思想;二、对装备操作使用进行再培训,进一步减少部分消防站因装备不善用带来的实际窘况,同时督促人员认真检查和维护保养好执勤车辆和各类器材装备,加强维修和保养好个人防护装备,保证各类器材装备性能良好,做好灭火救灾、抢险救援、应急处置事件的充分准备,确保关键时刻能“拉得出、冲得上、打得赢”;三、对辖区各重点单位的“六熟悉”进行再确定,并提前制定好突发事故发生的救援预案,使作战时其充分发挥“小、快、灵”功效。

  除此之外还要进行大量的陆上体能训练,比如万米跑、负重登楼、负重五千米跑等,打牢身体基础,才能在实战中更好地完成救援任务。为从源头上预防和遏制违法违纪现象发生,提高官兵防腐拒变、廉洁从警的思想防线,支队在廉政教育上狠下功夫,不断健全和完善长效学习管理机制。

据了解,这份手绘版《燃气安全指南》从构思到最终完成用了3天时间,其中包含各类简笔画8幅,分别从8个方面介绍了燃气使用中可能存在的隐患以及防范措施,画风不仅十分“萌”,而且通俗易懂,配以简单的文字说明,让居民和餐饮商户在短时间内掌握燃气安全知识。

  中信重工开诚机器人(共青城)产业园项目于去年年底签约,总投资6亿元,达标后可实现年产特种机器人2000台,年主营业务收入超过18亿元,实现税收亿元,公司将把共青城的生产基地打造成为产品辐射全国的重要基地。

  丰台消防支队以青少年为教育群体开展的一些列消防安全宣传活动提高了辖区青少年的消防安全意识,提高了青少年的自防自护能力。十九大报告指明了方向,满载学习成果就要返航,党的思想注入生机力量,不忘初心忠诚干净担当,我们意气风发斗志昂扬,努力把复兴中国梦畅想,新的征途继续乘风破浪,团结起来共筑铁壁铜墙,社会主义道路闪烁光芒,中华民族巨轮出征起航,两个百年目标即在前方,祖国繁荣昌盛美丽富强。

  截止目前,昌平支队对辖区小汤山、南口、回龙观、天通苑、城北等12个镇街,156个微型消防站,1100余名专职消防员进行了拉动培训。

  经核实,人已经从车内出来了,为一名怀孕8个月的孕妇,积水已经1米深左右,中队到场后立即实施处置,利用担架将孕妇转移至消防车内送至安全区域,孕妇生命体征良好。退伍前一天,他一大早又走进厨房,一遍遍翻着自己熟悉的菜谱,选定出一道道战友们喜欢的菜肴,在一丝不苟悉心备厨的同时,将自己几年来积累的厨艺心得传授给新兵小范,并教他怎么做好每种菜品的刀工刀法,如何掌握好烹饪时的火候,将自己的的拿手厨艺和独创菜肴手把手教给小范,忙碌了大半天,精心为战友们做好了自己退伍前的最后一桌丰盛的饭菜。

  截止目前,昌平支队对辖区小汤山、南口、回龙观、天通苑、城北等12个镇街,156个微型消防站,1100余名专职消防员进行了拉动培训。

  一次触动与消防结下不解之缘自2008年,周汝国从潼南退休以后就定居到了重庆渝北区,丰厚的退休金让他衣食无忧,儿女也事业有成,本该是到处旅游,走一走,看一看,享受子孙绕膝的天伦之乐,却因为一次心灵的触动加入了消防公益行列,从此与消防结下了不解之缘。

  同时,为有效应对汛期各类灾害,北京消防部署三个层面的作战力量,分别为:社会面防汛抢险救援力量、水上抢险救援专业力量和防汛抢险救援机动力量。如今,已年过6旬的周汝国依旧活跃在消防宣传第一线,每周都要与年轻的消防志愿者和社区网格员到社区、乡村开展宣传活动。

  

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责编:神话

Portugal possui infraestrutura e tem interesse em participar da Iniciativa do Cintur?o e Rota, diz embaixador

2018-11-14 16:54:46丨portuguese.xinhuanet.com
三是与条令条例学习月教育相结合。

O embaixador de Portugal na China, Jorge Torres Pereira, concede uma entrevista exclusiva à Xinhuanet, em Beijing. (Foto: Xu Xin)

Beijing,?8 mar (Xinhuanet) -- A Iniciativa do Cintur?o e Rota impulsiona a conectividade entre a China e os países ao longo das rotas e Portugal tem muito interesse em estar associado a uma faixa no cintur?o, disse à Xinhuanet o embaixador português na China, Embaixador Jorge Torres Pereira, em uma entrevista exclusiva.

Xinhuanet: As "duas sess?es" anuais s?o oportunidades de importancia fundamental para conhecer as tendências de desenvolvimento da China. Quais temas chamam mais a aten??o do senhor? Por quê?

Embaixador Jorge Torres Pereira: O tema que mais concentra as aten??es de fora é realmente o processo de reformas na China, o impulso das reformas que foram delineadas na altura da decis?o do segundo plenário. Um aspecto que acompanhamos com também particular interesse é a quest?o das reformas no domínio do Rule of law, portanto do enquadramento legal das reformas nesse domínio. E outro tema que nós também acompanhamos é a quest?o do ambiente, a quest?o da prote??o ambiental, que, como digo, para quem está de fora é particularmente significativo.

Xinhuanet: A taxa de crescimento da economia chinesa em 2016 foi de 6,7% e a produ??o econ?mica total chegou a 70 trilh?es de yuans. Como o senhor vê a tendência do desenvolvimento econ?mico da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Penso que, no curto prazo, n?o devemos assistir a uma grande diferen?a no que diz respeito ao crescimento da China. Embora a maior parte dos analistas acreditem que as altera??es estruturais da economia para um novo paradigma possam, no médio prazo, significar um ligeiro abrandamento do crescimento anual da China. Em todo caso, n?o creio que possa ser posto em dúvida o papel fundamental das grandes locomotivas do crescimento econ?mico global, que s?o a China, os Estados Unidos, a Alemanha e o Jap?o. Todos esses países ter?o que ter um contributo síncrono para preservar o crescimento da economia global.

Xinhuanet: A crise financeira de 2008 afeta até os dias de hoje a recupera??o da economia mundial. Desde o ano passado, "acontecimentos cisnes negros" ao estilo da globaliza??o inversa apareceram um após o outro, intensificando o protecionismo comercial. Qual é a sua opini?o sobre a tendência da globaliza??o inversa? Como acredita que o futuro da globaliza??o se desenvolverá?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Acho que nós recentemente percebemos que talvez tivéssemos uma considera??o um pouco mais otimista sobre todos os problemas que surgiram ou que iriam surgir previsivelmente com a globaliza??o, que as próprias respostas do crescimento econ?mico, que derivam da globaliza??o, iriam dar respostas a esses problemas. Nós agora temos uma considera??o um pouco mais sóbria. Sabemos que há problemas, como desigualdade e distribui??o n?o equitativa dos benefícios da globaliza??o, que est?o a levantar problemas nas opini?es públicas. Penso que o que há, buscando um termo marxista, é uma espécie de “tens?o dialética” entre as for?as da globaliza??o e esses fatores de maior soberanismo econ?mico e de tenta??es protecionistas. Penso que essa “tens?o dialética” vá estar presente n?o apenas este ano como um trend recente, mas nos próximos anos, e é claro que nós defendemos uma globaliza??o fair, na qual todas as opini?es públicas possam sentir-se também gratificadas por esse processo. Penso que nesse processo, nós temos de diminuir os argumentos daqueles que querem refugiar-se no protecionismo, e o papel da China é evidentemente muito importante.

Xinhuanet: Atualmente, temas como a recupera??o econ?mica, mudan?a climática e prote??o ambiental têm sido os principais tópicos que impulsionam o desenvolvimento dos países, indo além das fronteiras nacionais e mostrando que precisam da aten??o e participa??o dos governos do mundo todo. Como o senhor avalia o papel da China na governan?a global?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que nós estamos neste momento em um processo em que há uma maior aten??o à natureza multipolar do mundo em que vivemos, e os esfor?os de reforma da governan?a mundial, nomeadamente, desde o papel mais central atribuído ao G20, é uma manifesta??o dessa reforma da governan?a mundial. Recentemente, nós tivemos uma reuni?o dos ministros dos negócios estrangeiros do G20, em Bona. Foi apenas a segunda vez na história da organiza??o que se reuniram os ministros dos negócios estrangeiros, e, tal como em Hangzhou, na China, deu importantes pistas para o que se vai seguir nesse esfor?o de coordena??o mundial. Também se prevê a continua??o desse espírito nessa cimeira de Hamburgo, organizada pela presidência alem?. Há uma continuidade de temas: a China atribuiu muita importancia à agenda para o desenvolvimento sustentável e, por exemplo, a presidência alem? do G20 quer atribuir grande importancia à áfrica. Tudo isso s?o manifesta??es que nós consideramos muito positivas de uma governan?a mundial reformada.

Xinhuanet: Como o senhor vê as perspectivas sobre o desenvolvimento do comércio eletr?nico e das empresas de tecnologia? Na era da internet, como o comércio eletr?nico e o tradicional podem se desenvolver conjuntamente?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Isso é efetivamente um dos aspectos de vanguarda da evolu??o do comércio. Quase que se pode dizer que o computador, o laptop, tornou-se uma espécie do novo modelo de loja, e a grande revolu??o atual é que o ecr? do smartphone transformou-se no laptop e, portanto, cada vez mais as decis?es de compra têm que tomar aten??o dessa quase que revolucionária atualiza??o, e quais s?o os devices a que as pessoas recorrem para estar online. A China teve e tem um avan?o em rela??o a outros países que também agora acordaram para a importancia do comércio eletr?nico, e eu penso que isso tornar-se-á um fen?meno generalizado à medida que os consumidores também depositarem praticamente toda a sua aten??o no que veem no seu smartphone. é claro que a quest?o de como compatibilizar, apesar de tudo, o conforto que as pessoas sentem ao estar presentes com os objetos físicos que gostariam de comprar e para isso também já há conceitos de offline/online que ajudam a superar essa quest?o. Em todo caso, prevejo um futuro muito risonho para as plataformas do comércio eletr?nico e já agora acrescentaria que Portugal também está em negocia??es com o grupo Alibaba para que haja uma loja virtual de produtos portugueses nessa plataforma.

Xinhuanet: Como o senhor vê o desenvolvimento da indústria verde da China? Quais s?o os avan?os da tecnologia e os conceitos de desenvolvimento que Portugal pode compartilhar com a China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que as preocupa??es ambientais s?o, hoje em dia, talvez as prioridades principais quando se pergunta as opini?es públicas sobre o que as preocupa. Umas das coisas que vêm logo à cabe?a é a qualidade do ar, a qualidade dos produtos que consomem, a certeza de que a água tem as características que s?o necessárias e boas para a saúde pública. Portanto, eu penso que, juntam-se aqui, por um lado, um enorme potencial que as indústrias ditas da economia verde têm para também proporcionar o crescimento econ?mico com as preocupa??es da opini?o pública. Neste aspecto, Portugal tem, já há algum tempo, uma aten??o particular às energias renováveis, e eu gostaria de citar um exemplo que me parece significativo. No ver?o do ano passado, durante o mês de agosto, Portugal conseguiu, durante quatro dias seguidos, ter todo o seu consumo elétrico originado por vias renováveis. Foi de tal maneira marcante, que foi considerado por revistas científicas como um dos eventos científico-tecnológicos mais significativos do ano passado. O país lidar com as suas necessidades energéticas em eletricidade apenas com energias renováveis mostra como é efetivamente possível alterar completamente o paradigma que é necessário para gerir as necessidades energéticas com tudo que se tem de benéfico para tornar mais verde a nossa vida.

Xinhuanet: Em 2017 a China vai realizar o primeiro Fórum de Coopera??o Internacional da Iniciativa do "Cintur?o e Rota". Quais s?o os avan?os que essa iniciativa alcan?ou?Como o senhor vê o papel dessa iniciativa na revitaliza??o da economia mundial?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Já há alguns anos se tinha percebido que haveria um imenso progresso se conseguíssemos melhorar as conectividades entre os diferentes atores, por exemplo, em uma regi?o. Antes de Beijing, estive no Sudeste Asiático, e constatava-se que praticamente os países da regi?o tinham relativamente poucas rela??es entre si e mais comércio, exporta??es e atividade econ?mica com o exterior. A conectividade colocou-se como uma quest?o que permitia aumentar significamente o comércio inter-regional. Conectividades essas que, naturalmente, no Sudeste Asiático tinham também relac?o com a China como muito importante. Ou seja, daí nasceu a ideia de que pode se estruturar o desenvolvimento econ?mico melhorando as conectividades, que decorre da maior aten??o à infraestrutura, às liga??es ferroviárias, elétricas etc. Nós, em Portugal, desde que a iniciativa do “Cintur?o e Rota” foi lan?ada, temos manifestado o nosso interesse. Aliás, ironicamente, pode-se dizer que Portugal foi um dos pioneiros da rota marítima da seda. A conex?o entre a ásia e a Europa por via marítima no século XVI foi uma obra pioneira portuguesa, e nós gostaríamos de que essa nova rota marítima no século XXI também levasse em considera??o o que chamamos de “dimens?o atlantica”, sobretudo porque dispomos de uma infraestrutura portuária em Sines, um pouco ao Sul de Lisboa, que ligamos a um grande momento de chegada à fachada atlantica para o comércio por via marítima, nomeadamente o Canal do Panamá. Portanto, temos mostrado o nosso interesse em estar associados a uma faixa no Cintur?o. Contemplamos o fato de termos sido também convidados a estar presente no fórum do “Cintur?o e Rota” em maio próximo.

Xinhuanet: O senhor poderia apresentar a situa??o do intercambio de estudantes e do turismo entre Portugal e a China no ano passado?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Os números absolutos ainda s?o relativamente modestos, mas as indica??es do crescimento s?o muito animadoras. Um exemplo é o turismo entre 2012 e 2016, com o número de turistas chineses que foram para Portugal crescendo 35%. Nós estamos neste momento com cerca de 180.000 turistas anuais, mas já ultrapassamos as 300.000 dormidas. Estamos muito esperan?ados do efeito impulsionador do voo direto entre a China e Portugal, entre Hangzhou e Lisboa, da Beijing Capital Airlines, que provavelmente será inaugurado já em julho. Esperamos que o voo direto corresponda a um impulso adicional para que esses números que est?o em ascens?o continuem. Os números absolutos de estudantes ainda também s?o relativamente modestos. Nós tivemos cerca de 600 estudantes chineses bolseiros em Portugal, mas há dois anos eram apenas 370, ent?o estamos também em uma claríssima rota de ascens?o. Em rela??o ao número de estudantes portugueses na China, também estamos na ordem das poucas centenas, mas há um dado muito significativo, que é o número de institui??es chinesas onde se aprende português. Há poucos anos, eram menos de 10 e agora já ultrapassamos 30. Portanto, tudo isso significa que o intercambio entre turistas, estudantes e empresários, tem vindo a crescer significativamente. O intercambio entre as pessoas no fundo é uma espécie de base sólida do relacionamento bilateral.

Xinhuanet: Como o senhor avalia os avan?os nos intercambios bilaterais do ano passado entre Portugal e a China? Quais s?o as suas perspectivas de coopera??o bilateral para 2017?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Nós temos tido nestes últimos anos uma dinamica muito positiva no nosso relacionamento a todos os níveis, n?o só nos aspectos que acabei de descrever, do ponto de vista dos aspectos de cultura e people to people, como também no domínio econ?mico e empresarial, e é muito importante no relacionamento político. No ano passado, em outubro, nós tivemos a visita do Sr. primeiro-ministro português, Dr. António Costa, que traduziu no fundo o fato das nossas rela??es políticas terem um padr?o de visitas de alto nível que é indubtavelmente muito impressionante. Dois anos antes tínhamos tido a visita de Estado do presidente da República e este ano achamos que vamos continuar a ter esse padr?o de grande consensualiza??o entre os líderes dos dois países, das vias a seguir para o desenvolvimento econ?nico e a coopera??o entre os dois países. Penso que todas essas coisas de que nós temos falado, do fato de Portugal ser um membro fundador do Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura, a importancia que nós atribuímos ao Fórum de Coopera??o entre Portugal e os países de Língua Portuguesa, o fato de nós continuarmos a ter um relacionamento com a China, tenham a ver com a nossa presen?a nas geografias lusófonas e com a nossa participa??o na Uni?o Europeia. Tudo isto mostra que, muitas das ideias da China sobre a importancia das coopera??es trilaterais, sobre a importancia da faixa do cintur?o, tudo isso s?o coisas que apontam para um claro desenvolvimento do nosso relacionamento bilateral.

Xinhuanet: A economia da China está passando por ajustes estruturais e a indústria manufatureira está em uma fase de transforma??o e moderniza??o, utilizando o espírito dos artes?os para criar a sua nova imagem. Na sua opini?o, quais s?o as melhores formas de transformar e atualizar a indústria manufatureira da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Eu penso que é implementar as próprias reformas que a própria lideran?a chinesa já identificou, mais mercado na loca??o de recursos, condi??es de igualdade entre empresas, indepentemente de serem estrangeiras ou chinesas do setor privado ou do setor público. Penso que essa é a possibilidade das empresas europeias poderem contruibuir com o seu conhecimento tecnológico para os novos setores de grande inova??o tecnológica que est?o a ser desenvolvidos na China. Tudo isso para mim seriam os aspectos cruciais para ajudar a indústria manufatureira chinesa a subir o valor da sua produ??o.

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